Investimento em pesquisa e inovação pode garantir um desenvolvimento econômico, ambiental e social sustentável ao Amazonas


Foto: André Zumak

A partir do entendimento de que o desenvolvimento científico do Amazonas deve atender à melhoria das condições socioambientais da região, bem como garantir processos democráticos, sociais e participativos, a Sociedade Brasileira de Progresso da Ciência (SBPC) regional Amazonas lançou no dia 19 de outubro de 2018, a Carta das Ciências do Amazonas: pelo desenvolvimento científico ético e comprometido. O evento, aberto à população, aconteceu no MUSA do Largo São Sebastião, em Manaus/AM e contou com um debate sobre os 30 anos da Constituição Federal.

Reunindo anseios e opiniões de dezenas de instituições acadêmicas e da sociedade civil de Manaus, Tabatinga e Parintins, construídos coletivamente, a Carta das Ciências do Amazonas apresenta cinco principais recomendações detalhadas: 1. Priorização da Ciência no Plano de Governo do Estado do Amazonas; 2. Fortalecimento do Acesso à Ciência na Educação de Base; 3. Expansão da Divulgação da Ciência; 4. Ciência como Subsídio para Fortalecimento de Políticas Públicas; 5. Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Sociobiodiversidade.

Diante do intenso e constante corte de verbas para a Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I), Tatiana Schor, representante da SBPC no Amazonas e professora do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), enfatizou a importância dos candidatos ao governo do estado para a garantia da estabilidade institucional da produção de conhecimento.

“Sob as cinzas do Museu Nacional, não é preciso dizer sobre a importância de nossos representantes eleitos ao Congresso Nacional (deputados e senadores) e a Assembleia Legislativa do estado para com o fortalecimento da Ciência e Tecnologia no Amazonas. Das nossas mais importantes riquezas, o conhecimento sobre elas é a maior”, garantiu Tatiana Schor.

As instituições organizadoras do documento são: SBPC regional do Amazonas; Universidade Federal do Amazonas (UFAM); Universidade Estadual do Amazonas (UEA); Museu da Amazônia (MUSA) e Fundação Vitória Amazônica (FVA).

Leia a Carta na íntegra: https://bit.ly/2CT8Vzg

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